Tecnologia Inovadora Utiliza Moluscos Ciborgues para Detetar a Poluição da Água.

Tecnologia Inovadora Utiliza Moluscos Ciborgues para Detetar a Poluição da Água.

Cada “molusco sentinela” utilizado numa configuração molluSCAN-eye fornece leituras da qualidade da água 24 horas por dia, 365 dias por ano molluSCAN

Os cientistas desenvolveram um sistema comercial de monitorização da qualidade da água, o molluSCAN-eye, que utiliza moluscos vivos e eletronicamente melhorados para detetar a poluição. Os moluscos que se alimentam por filtração, como as ostras e os mexilhões, respondem naturalmente aos poluentes alterando a forma como abrem as suas conchas, o que os torna sensores ideais.

Cada unidade molluSCAN-eye alberga 16 moluscos numa gaiola submersa em locais de monitorização como portos, esgotos ou plataformas petrolíferas. Os electroímanes ligados às conchas dos moluscos medem os movimentos das conchas durante a alimentação, captando dados sobre a largura, velocidade e frequência da abertura. Estas métricas reflectem ritmos biológicos e respostas a poluentes.

Tecnologia Avançada HFNI para Monitorização em Tempo Real e Económica

Os dados são processados por um microcomputador baseado em Linux no local e transmitidos para um servidor em nuvem para acesso em tempo real via smartphones ou tablets. A tecnologia de Valvometria Não Invasiva de Alta Frequência (HFNI) deste sistema é 10 a 100 vezes mais sensível e muito mais barata do que os sensores de água tradicionais, exigindo uma manutenção mínima graças ao comportamento de auto-limpeza dos moluscos.

Atualmente, estão operacionais 90 unidades em todo o mundo. A versão mais recente do molluSCAN-eye ganhou recentemente um Prémio de Inovação CES 2025, destacando a sua abordagem inovadora à monitorização da poluição.

Uma unidade do molluSCAN-eye está pronta para ser utilizada molluSCAN.


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