Cientistas Usam Células-Tronco Modificadas para Retardar o Envelhecimento em Macacos, Revela Estudo

Cientistas Usam Células-Tronco Modificadas para Retardar o Envelhecimento em Macacos, Revela Estudo

Crédito da imagem: Pixabay

PEQUIM (WSYX) — Cientistas demonstraram que células-tronco humanas geneticamente modificadas podem retardar os sintomas do envelhecimento em macacos, potencialmente abrindo caminho para tratamentos que visam o declínio relacionado à idade em humanos.

Terapia com Células-Tronco Reduz sinais de Envelhecimento em Macacos sem Efeitos Colaterais

Durante um período de 44 semanas, pesquisadores trataram macacos cynomolgus com células progenitoras mesenquimais (SRCs) resistentes à senescência, projetadas com o gene FOXO3 associado à longevidade. A terapia reduziu os indicadores de envelhecimento celular, inflamação crônica e danos aos tecidos, tudo sem efeitos colaterais significativos.

Cientistas retardam envelhecimento em macacos com células-tronco modificadas, segundo estudo (Cell)

Terapia Melhora a Memória, o Cérebro, os Ossos e a Saúde Reprodutiva, Revertendo o Envelhecimento dos Tecidos em Macacos

Macacos tratados com a terapia apresentaram melhor desempenho em tarefas de memória, estrutura cerebral aprimorada, densidade óssea aprimorada e função reprodutiva mais saudável. Análises posteriores revelaram sinais de rejuvenescimento no sangue e em vários órgãos, com “relógios de envelhecimento” biológicos indicando que a idade dos tecidos havia sido reduzida em vários anos.

Publicado na Cell, o estudo identifica exossomos — pequenas vesículas liberadas pelas células transplantadas — como os principais contribuintes para o rejuvenescimento observado. Embora inicial, é a primeira evidência de que células progenitoras humanas modificadas podem retardar o envelhecimento em primatas, abrindo caminho para terapias regenerativas.


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