Como os Megadados Alimentam a Sua Farra no Netflix

Como os Megadados Alimentam a Sua Farra no Netflix

Crédito: Canvas

A magia dos motores de recomendação

A Netflix utiliza Big Data para prever o que vai gostar de ver a seguir. Ao analisar milhões de hábitos de visualização, criaram motores de recomendação que sugerem programas com base no que os espectadores semelhantes gostam. Já não se trata apenas de classificações – trata-se de microgéneros como “comédias adolescentes loucas com protagonistas femininas fortes”.

Dos DVDs aos conhecimentos de streaming

Em 2006, a Netflix ofereceu um prémio de 1 milhão de dólares para melhorar os seus algoritmos de previsão. Hoje em dia, com o streaming, eles monitorizam o que vê, quando faz uma pausa e até quanto tempo navega. Estes dados alimentam decisões como a produção de House of Cards, adaptada aos gostos dos espectadores.

Porque é que funciona (e às vezes não funciona)

O sistema não é perfeito – já se perguntou porque é que recebe sugestões estranhas com classificações baixas? É porque a Netflix dá prioridade às etiquetas de conteúdo em vez das classificações por estrelas. Ainda assim, com 10 mil milhões de horas transmitidas num único trimestre, a sua estratégia de Big Data mantém os subscritores agarrados.


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